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sexta-feira, 29 de junho de 2012

bafômetro CURIOSIDADES


Bombom com licor e antisséptico bucal acusam no bafômetro?

Bombom com licor e antisséptico bucal acusam no bafômetro?
No caso específico do etilômetro, se o teste for realizado imediatamente após o consumo de alimentos ou medicamentos com álcool, ou após o bochecho com antisséptico bucal que contenha a substância, o resultado pode dar positivo. Nestes casos, o motorista deve informar à autoridade de trânsito no momento da abordagem, para que se possa fazer bochechos com água, no intuito de retirar resíduos de álcool da mucosa, e promover novo teste.



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Falta de calibragem prejudica os pneus


Falta de calibragem prejudica os pneus e aumenta gastos com combustível

Falta de calibragem prejudica os pneus e aumenta gastos com combustível
Você se lembra qual foi a última vez que calibrou os pneus do seu carro?  Caso não recorde, é bom ficar atento aos prejuízos que a baixa pressão dos pneus podem causar ao seu veículo e ao seu bolso.
Uma pesquisa realizada pela fabricante de pneus Bridgestone, em sete países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, México, Uruguai e Venezuela), revelou que um a cada sete motoristas rodam com os pneus abaixo do limite de segurança (9 psi). Foram avaliados quase 9 mil veículos.
De acordo com os especialistas no assunto, um pneu mal calibrado pode perder até 30% da sua vida útil, gerando gasto exagerado da banda de rodagem, de suas paredes laterais e ainda eleva o consumo de combustível. “Os pneus com baixa pressão força o motor, consumindo mais combustível, além de prejudicar a estabilidade do carro e a própria durabilidade do pneu, que terá um desgaste irregular”, explica Pedro Ribeiro, proprietário da Ribeiro Pneus, em Taubaté.
O ideal, segundo o mecânico Benedito Hermenegildo Ferreira, é conferir a calibragem a cada 15 dias. “É um ato simples que gera economia”, comenta. O mecânico alerta também para a importância de se calibrar o estepe. “Normalmente, os motoristas só se lembram do estepe em caso de emergência. Caso ele não esteja em condições ideais de uso, pode provocar sérios danos ao veículo ou até mesmo um acidente”, finaliza.
A calibragem pode ser realizada gratuitamente em postos de combustíveis e nas Auto Centers. “Aqui na loja não cobramos para calibrar e nem para fazer os rodízios dos pneus, ideal a cada 10 mil km. São detalhes que muitas vezes passam desapercebidos, mas fundamentais para manter a segurança do veículo e de todos que viajam nele”, complementa Pedro Ribeiro.
Fonte: Diário de Taubaté



Como cuidar do seu carro no verão


Como cuidar do seu carro no verão

Como cuidar do seu carro no verão
 No verão, você sai para trabalhar com protetor solar no rosto, não deixa de carregar um guardassol para a praia e dobra a frequência de hidratação dos cabelos. Tudo para não sofrer com os malefícios típicos da estação. E o seu carro? Já parou para pensar que ele também pode ser danificado pelos agentes característicos dessa época do ano? Sol forte, calor, chuva, maresia e umidade precisam ser neutralizados, para que o seu automóvel continue bonito durante os outros meses. Veja algumas dicas simples que podem ser aplicadas na sua rotina e render bons resultados.
Se o seu carro ainda não tem películas protetoras de vidros, você vai sentir mais fortemente a incidência solar. Além do conforto interno que proporciona, o acessório filtra os raios ultravioletas e diminui a temperatura interna. “As películas protegem também o estofado e o painel do carro do ressecamento“, diz o proprietário de lava-jato Guilherme Virgílio.
Não deixar o seu veículo exposto ao sol é um cuidado básico, mas que, normalmente, recebe pouca atenção. Se não tiver jeito, os painéis de papelão, aqueles que normalmente carregam publicidade, são muito úteis. Mas prefira a sombra sempre, principalmente se for lavar o carro. “Você joga a água no carro e, em seguida, passa o sabão. Até que consiga passar o sabão em todo o carro, algumas partes já secaram e é aí que surgem as manchas. É recomendado realizar a lavagem na sombra e em local arejado. Por isso, todo lava-jato tem telhado”, observa Virgílio. Para o “banho”, sabão neutro e esponja, simples assim. Mas evite os detergentes domésticos, pois, segundo o empresário, eles podem conter substâncias abrasivas e causar manchas.
Em época de praia, uma lavagem sempre que voltar do passeio neutraliza a maresia e evita corrosões. Outro pesadelo para os proprietários de veículos é a areia que fica no corpo, que é transferida, automaticamente, para tapete e estofados. Prevenida, você leva uma toalha, claro. Mas resíduos certamente ficarão e um simples aspirador pode resolver o seu problema. Você só não contava que o seu filho entornaria o sorvete no estofado, não é? “Pano e sabão neutro sempre. Depois, deixe o carro aberto para secar”, reforça ele. Os estofados também podem ser danificados pelas chuvas. Em casos críticos, Virgílio recomenda que o automóvel seja encaminhado para uma empresa especializada, porque pode ficar com mau cheiro, que piora com o passar do tempo.
Agora, para a sua segurança, mantenha a calibragem do pneu em dia. “Quando está quente, a borracha do pneu, em contato com o chão, amolece. Por isso, uma curva, onde se gasta mais pneu, pode oferecer um grande risco. Calibrar sempre e na medida certa, portanto, é uma necessidade. No final das contas, o pneu também vai durar mais e você vai economizar na troca”, ensina o empresário.
Ar condicionado é um alívio para o calorão. Cuidado só para que ele não se torne um problema para a sua saúde e a de quem vai de carona. “Procure uma loja, faça uma revisão para ver se existe a necessidade de limpeza ou troca de filtro. Como o ar é muito usado no verão, se não receber a manutenção correta, pode causar doenças respiratórias, como alergias”, finaliza.


pneu da moto


Qual é a hora certa de trocar o pneu da moto?

Qual é a hora certa de trocar o pneu da moto?
Pneu “careca” representa perigo iminente ao motociclista, seja na hora de acelerar, frear e contornar curvas. Em piso molhado, então, piora ainda mais. Entre as diversas funções dos sulcos dos pneus está a drenagem da água. Os sulcos pouco profundos não drenam a água corretamente e uma simples frenagem pode causar uma queda em dia de chuva. Dessa forma, pneus em boas condições são fundamentais para garantir a segurança do motociclista. No último final de semana fui dar um “rolê” de moto com alguns amigos – alias, diga-se de passagem, pilotos experientes – e este assunto voltou à tona em função da estabilidade da moto em piso molhado. Entre um suco de laranja e um pão de queijo uma pergunta ficou no ar: “mas qual a hora de substituir o pneu da minha moto?”
Pensando em facilitar a vida de todo e qualquer motociclista, as fábricas de pneus dotaram seus produtos de uma maneira simples e eficaz de se averiguar se está na hora de substituí-los. Trata-se do TWI, um dos limites para o uso dos pneus de moto. A sigla vem do inglês Tread Wear Indicator, que significa indicador de desgaste da banda de rodagem. Todo pneu conta com o TWI, um filete de borracha – ressalto – disposto transversalmente entre os sulcos em alguns pontos da banda de rodagem. Quando esse filete ficar aparente, no mesmo nível da banda de rodagem está na hora de trocar o pneu.
A disposição desses indicadores de desgaste pode ser facilmente localizados nos flancos (lateral) dos pneus, onde geralmente há a inscrição TWI ou ainda alguma indicação como, por exemplo, uma seta ou o logotipo do fabricante. Nessa direção, o motociclista vai encontrar o filete de borracha indicando a altura mínima de uso do pneu.
Mas é bom lembrar ao motociclista que a troca do pneu só estará vinculada ao TWI se o pneu estiver em boas condições. Bolhas, cortes ou desgastes irregulares também podem condenar o pneu. Se houver algum desses defeitos, mesmo que a banda de rodagem não tenha atingido a profundidade mínima, o pneu deve ser substituído por outro novo, nas mesmas medidas indicada pelo fabricante da motocicleta. E, não esqueça: para garantir uma maior vida útil aos pneus da sua moto, verifique semanalmente a calibragem. Além da falta de segurança, pneu careca é passível de multa. (Por Aldo Tizzani)

Fonte: Info Moto


Manutenção: Filtros do carro


Manutenção: Filtros do carro

 Manutenção: Filtros do carro
São elementos instalados em tubos e mangueiras, normalmente feitos de papel, tecido ou plástico. Servem para evitar a mistura de impurezas a gases e líquidos, permitindo o fluxo de fluido limpo apenas. Os filtros mais comuns são: de óleo, de combustível, de ar e do ar-condicionado.
Filtros são componentes de desgaste natural com vida útil especificada pelo fabricante do veículo.

Sinais de problemas
Dependem do tipo de filtro. Normalmente, porém, percebe-se falta de potência do motor e aumento no consumo de combustível - no caso do filtro de combustível e de ar - e odor desagradável dentro da cabine, no caso do ar-condicionado.

Manutenção
A substituição dentro do prazo estipulado pelo fabricante garante longa vida aos componentes do motor e um menor consumo de combustível, além de manter a qualidade do ar no interior do veículo e a lubrificação correta do motor.

Fonte: Msn Carros


seguro do carro


As vendas de carros novos cresceram 5% na primeira quinzena deste ano, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). E, na esteira desse aumento, cresce também o setor de seguros.

Por causa do risco de assaltos ou acidentas, a maioria dos motoristas não fica sem seguro. Neste momento, a dica dos especialistas é pesquisar. É grande a variação de preços e principalmente o tipo de cobertura para acidentes, como mostra a reportagem do TEM Notícias.

Antes de fechar o contrato com uma seguradora é preciso ficar atento se o serviço oferecido atende às necessidades do dono, uma prevenção que pode evitar dor de cabeça no futuro.

O valor de uma apólice de seguro está diretamente ligado aos serviços exigidos pelo dono do carro, mas outros fatores entram nessa composição, como o bônus concedido a quem não usou o seguro em anos anteriores, a idade do motorista e a região onde o carro circula.

As seguradoras investigam a fundo todas as ocorrências antes de pagar a indenização. Por isso, na hora da apólice o cliente deve dizer a verdade e prestar muita atenção no que está no contrato.
Já o Procon orienta ao consumidor que consulte junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep) se os dados da corretora e da seguradora foram registrados. O site da autarquia, ligada ao governo federal, pode ser acessado http://www.susep.gov.br/
Fonte: G1



Mitos e Verdades UTILIDADES


1. Carro a gasolina funciona se abastecido com álcool ou diesel? Com álcool, verdade, mas é preciso fazer algumas mudanças para não prejudicar o motor. Com diesel, mito.
2. Posso encher o tanque até a boca? Não é aconselhável, pois o excesso acaba indo para o “cânister”, uma peça que é projetada apenas para receber os gases do tanque.
3. Lavar o motor pode prejudicar o seu desempenho? Verdade. Além disso, há grandes chances de estragar equipamentos eletrônicos e elétricos.
4. Usar óleo de mamona no chassi do carro ajuda na sua conservação? Mito. O óleo retém sujeiras e estraga as borrachas da suspensão.
5. Mulher grávida não pode dirigir? Mito. A orientação é para que a grávida respeite a posição do cinto abaixo da barriga e siga as recomendações médicas.
6. Deve-se pisar na embreagem antes de ligar o motor? Verdade. Apesar de os manuais não citarem, esse procedimento livra o motor do câmbio e deixa de sobrecarregá-lo.
7. Ao passar por lombadas ou valetas, é melhor passar com uma roda de cada vez? Mito. Isso faz com que haja torção da carroceria, prejudicando o monobloco.
8. Carro movido a álcool consome mais do que a gasolina?
Verdade. Geralmente, 30% a mais.
9. Passar folha de mamona no vidro impede que ele fique embaçado? Verdade. Por ser uma substância oleosa, evita o contato da água com o vidro e ajuda a não embaçar.
10. É proibido dirigir descalço e sem camisa na cidade ou na estrada? Mito. Descalço e sem camisa pode. O que é proibido é dirigir de chinelos ou calçados que fiquem soltos dos pés.
Foto: Victor Schwaner / Nitro.